Ricardo Nunes está colocando em risco a saúde da população com contratos assinados sem consulta para instalar usinas de queima de lixo — que espalham fumaça tóxica e doenças. Enquanto o mundo escolhe reciclar e compostar, pressione por revisão popular dos contratos já!




Você sabia que a Prefeitura de São Paulo assinou contratos Bilionários para queimar lixo em Perus, São Mateus e Jurubatuba sem consultar ninguém? Três bairros inteiros estão prestes a receber usinas que transformam resíduos em fumaça tóxica e são apresentadas como Ecoparques . É um modelo ultrapassado, perigoso e excludente. Essas decisões foram tomadas longe da população, sem diálogo, sem transparência e com consequências graves para a saúde pública e o meio ambiente.

Queimar lixo libera poluentes altamente tóxicos como dioxinas e metais pesados, que aumentam os riscos de câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares. Essa opção custa até cinco vezes mais do que soluções como compostagem e reciclagem, que geram renda e empregos locais. E pior, quem paga essa conta é a população!

Essas usinas estão sendo direcionadas para bairros historicamente negligenciados pelo poder público. A escolha de instalar estruturas poluentes nessas regiões é um exemplo claro de racismo ambiental. Populações negras e periféricas continuam sendo as mais afetadas pela poluição e pela exclusão das decisões sobre seus próprios territórios.

Em São Mateus, a população já se organizou contra a ampliação do aterro e conseguiu pausar o processo com liminares que impedem a derrubada de mais de 63 mil árvores, porém ainda ocorrem movimentações no solo, segundo moradores. Outras cidades barraram projetos semelhantes e São Paulo também pode dizer não. Exigimos a revisão popular dos contratos de resíduos e a construção de um plano popular, justo e sustentável. São Paulo não pode decidir sozinha. Vamos exigir nosso direito de respirar, viver e escolher. A cidade é nossa. O ar é nosso.

#nãoqueimenossofuturo

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Fumaça tóxica não é solução

Usinas de queima de lixo emitem substâncias altamente perigosas, como dioxinas, furanos e metais pesados, que se acumulam no corpo humano e causam câncer, problemas hormonais e respiratórios. Nenhum filtro elimina totalmente esses poluentes. Respirar não pode ser um risco.




Nossa saúde está sob ataque

Essas usinas afetam diretamente a saúde de quem vive perto delas. Estudos apontam aumento de doenças pulmonares, má formação fetal e mortalidade infantil em áreas próximas a incineradores. Perus, São Mateus e Jurubatuba não podem ser cobaias desse modelo.




Contratos bilionários sem escutar ninguém

A Prefeitura de SP assinou contratos bilionários para construir incineradores sem participação da população.
A decisão foi tomada sem debate público, sem audiências, sem transparência. Isso fere o direito à cidade e ignora o direito à participação e a democracia.





O mundo avança, São Paulo retrocede

Países como Alemanha, Áustria e Coreia do Sul já estão abandonando a queima de resíduos. A tendência global é oposta: redução, reuso, reciclagem e compostagem. A incineração trava essas soluções e atrasa o desenvolvimento sustentável.




Queimar lixo sai caro e pode virar taxa

Os incineradores custam até cinco vezes mais do que programas de reciclagem e compostagem. Esses custos, em muitos lugares, viram taxas extras cobradas da população. Você quer pagar mais para adoecer?




Destrói a reciclagem e o trabalho de catadores

As usinas queimam justamente os materiais mais valiosos para reciclagem. Isso prejudica cooperativas e catadores, que perdem sua principal fonte de renda. A queima enfraquece a economia circular e exclui quem constrói soluções reais e sustentáveis .




Perus já vive um colapso ambiental

O bairro abriga o Aterro Sanitário de Perus, um dos maiores da América Latina. A região já sofre com cheiros, poluição e doenças. Agora querem instalar uma usina para a queima de resíduos que piora tudo. A população não pode carregar sozinha esse fardo.




Energia suja, clima em risco

Os incineradores são falsamente chamados de "usinas de energia". Eles emitem CO₂, metano e outros gases de efeito estufa que agravam a crise climática. A incineração não é limpa — é uma armadilha disfarçada de solução.



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